Arquivos

Wikiloc

3,832
Visitantes
Únicos
Powered By Google Analytics

Instalação de Pacotes no Linux

Essas são anotações que realizei durante o meu curso de Linux.

1) O que é um pacote de software? é um meio de distribuição de software que possui um “controle de dependência”
2) O que é uma dependência? É algum software que deve estar instalado antes de software de desejamos instalar.
3) Quais tipos de pacotes?
.rpm (redhat) – usa banco de dados, para controle de dependência
.deb (debian) – usa arquivos texto, para controle de dependências
4) conteúdo de um pacote:
- executáveis (compilados).
- bibliotecas compartilhadas
- arquivos de configuração
- Documentação
- Ícones
- etc…

5) tipos de rpm:
- src.rpm – não é o software pronto, são só os fontes. Um ‘src’ deve ser antes compilado para gerar o “.rpm”

Para compilar usar o comando: rpm -ba arquivo.spec
Os pacotes src.rpm quando instalados são colocados no diretório /usr/local/src

- rpm – é o software compilador e pronto para uso.
- noarch.rpm : é um rpm genérico, que pode ser instalado em qualquer que use rpm.
Obs: Em geral “.rpm” são feitos apenas para uma distro e uma versão, por causa das dependências.

6)Posso converter um tipo de pacote em outro (ex: .deb em .rpm)? Sim, através de uma ferramenta texto chamada “Alien” (Atenção: não ajusta as permissões de acesso dos arquivos).

Repositórios:

http://rpm.pbone.net

Comando que diz a qual pacote o arquivo pertence:  rpm -qf /etc/hostos
lista as informações do pacote:  rpm -qip squid-2.7.STABLE5-1.16.i586.rpm
lista os arquivos do pacote: rpm -qlp squid-2.7.STABLE5-1.16.i586.rpm
Comando para instalar pacotes: rpm -i
Comando para atualizar um pacote existente: rpm -U
Comando para remover: rpm -e
Comando para consertar o banco de dados: rpm –rebuilddb

6) Ferramentas de gerenciamento de dependências:
yast – suse
zypper – suse
yum – redhat, fedora
apt – debian
aptitude – debian
synaptic – debian

Cada ferramenta tem um diretório no /var/cache para download dos pacotes que serão instalados

Os servidores da ferramenta ficam dentro de um diretório no /etc/ no caso do yast o /etc/zypp

  • Share/Bookmark

Backup no Linux

Antes do Backup:

1) Definir: Oque deve ser backupeado? (conhecer as aplicações)

Importância dos dados? (Politica de backup)

Volume dos dados? (Tipo de mídia)

2) Tipos de backup:
- Copia simples – só um/alguns arquivos
- backup Parcial – só um/alguns diretórios
- backup full – tudo (backup mensal)
- Backup diferencial – só o que muda apos o ultimo backup (backup diário)
- Backup incremental – so o que muda apos o ultimo full (“backup semanal”)

Politica de backup: 1 copia diária + 1 semanal + 1 full (off-site)

3) Tipos de Storage:
a) DAS – Direct Atached Storage:
- Backup local apenas
- solução complexa (depende diretamente do SO)

b) NAS – Network Atached Storage (Servidor de Backup)

Prós:
- simples
- backup da rede local
- independe do SO

Contras:
- Não faz backup matriz/filia
- Backup usa a mesma infra de rede

c) ISCSI:
matriz
-backup local
-backup matriz/filia

d) SAN – Storage Area Network

4) Tipos de RAID:
RAID5 (Espelhamento com paridade espelhada)
RAID6 = RAID5 + 2 Paridades
RAID4 (Espelhamento com disco de paridade)

Tipos de Disponibilidade:
a) Básica (Por Hardware): 99,0 / 99,9

- RAID
- Fonte redundante
-Duplexing
- Memoria c/ ECC

Problema spof (ponto unico de falha)

SPOT ( componente comum a vários sistemas e que não pode ser duplicado)

b) ALTA (por Hardware e Software): 99,9 / 99,99

problema baixa performance (50%)

c) continua: 99,9 / 99,999

Software de Backup:
No linux usa-se dois softwares diferentes:

1) DUMP:
pros:
-faz backup setor a setor
- backup full e diferencial
- backup de caracteres especiais e acentuados

Contras:
- O restore tem de ser feito no mesmo filesystem do backup
- Só faz backup em fita

2) tar:
Pros:
- Independe do filesystem
- usa qualquer meio físico
- backup full e diferencial

Contras:
- Não faz backup setor a setor
- não trabalha bem com caracteres especiais ou acentuados
Em função das limitações existem em ambas as soluções, usa-se o tar.

3) Compactadores:
Em Linux, existem todos os compactadores do Windows, porem, os mais usados são:
a) Gzip:
Pros:
- Rápido
- Compacta ~50% (média)
- Pouco processamento

Contras: não deve ser usado para backup pois cria um bloco único.
Problemas Básicos:
1- corrupção do arquivo de backup.
Solução usar o md5sum e gerar um hash. No restore antes de regerar o md5sum e comparar os dois.

  • Share/Bookmark

Rede do Linux

Modelo OSI:
- Padronizou o desenvolvimento dos protocolos de comunicação abertos
- classificou os protocolos de comunicação em categorias chamadas “camadas”
- Tornou possível a existência de protocolos independentes de hardware e software

Para o processo de entendimento das etapas de comunicação entre computadores, os seguintes níveis /camadas do OSI são importantes:
Nível 2 (Enlace): – É onde fica o endereço físico (real) do adaptador (MAC Adress)
Nível 3 (Rede): É onde fica o endereço lógico (virtual) do adaptador (numero IP)
Nível 4 (Transporte) : E onde ficam as portas (aplicações) e os sockets (comunicação)
Nível 7 (Aplicação): É onde o cliente interage com o sistema (http, ftp, smtp…)

Camada 4 (Transporte)
TCP:
- Uso em longas distancias
- confiável ou ‘De Esforço’
- Controle de erros
- full duplex
- múltiplas conexões
- orientado a conexão

UDP:
-Uso em redes confiáveis
-Pouco confiável ou de “baixo esforço”
- Sem controle de erros
- half duples
- sem suporte a conexões múltiplas
- Não orientado a conexão
- Eficiência teórica é maior que o TCP

é Na camada 4 que existe  as portas e os sockets

porta: É a representação de uma aplicação sob forma numérica

As portas se dividem em:
portas baixas ou “bem conhecidas” – servidor (0 – 1024)
portas altas – Aplicações proprietárias ou aplicações cliente (1025 – 65535)

As portas se encontram listadas em /etc/services

Um socket define completamente um processo de conexão, sem chance de duvida

iptraf – analisador de pacotes

Protocolo IP (Camada 3)

Classes de Rede – Agrupam redes com mesmo numero de hosts
classe A – poucas redes com grande numero de hosts
classe B – Redes de tamanho médio
classe C – Muitas Redes, com poucos hosts cada.

Mensagens de Erro ao tentar pingar um host:
“Rede Inalcançável” – problema logico (tabela de roteamento)
“Host inalcançável” – problema físico (ex: cabo de rede)

comando adicionar na tabela de roteamento: route add -net 192.168.1.0 netmask 255.255.255.0 dev eth1
adicionar um gatwaey: route add -net 0.0.0.0 netmask 0.0.0.0 gw 192.168.1.100s

  • Share/Bookmark

Gerenciador de Inicialização Grub

Anotações referentes ao gerenciador de inicialização Grub.
Possui os arquivos:
/boot/grub/estage1 – 1 parte (MBR)
/boot/grub/estage2 – 2 parte (Disco)
estage1_5 – contem o endereço físico real de cada setor de disco que contem a inicialização do sistema

Na plataforma “X86″ o processador assume que os arquivos de inicialização do SO não estão fragmentados.

No sistema de arquivos do Linux (“ext”) a fragmentação é menos provável de ocorrer devido ao fato de que cada arquivo que é criado é alocado com espaços vazios entre o próximo arquivo por isso a fragmentação é menos provável.

O arquivo /boot/grub/menu.lst armazena até 64 imagens de SO.
A seguir são as opções que devem ser colocadas no arquivo de menu:
title – nome da imagem que aparece no prompt do boot
root – onde fica o “/boot” (Arquivos do grub)
kernel – localização e nome do arquivo de kernel, e suas opções de boot
initrd – localização e nome do initrd

O grub utiliza uma nomenclatura própria para os discos:
linux                grub
hda /sda          hda0

hdb /sdb         hd1

hdc /sdc         hd2

hdd /sdd        hd3

  • Share/Bookmark

Gerência de Arquivos no Linux

Torna o arquivo protegido contra alteração:
chattr +i arq1.txt

lista as permissões do sistema de arquivos:
lsattr

Montar um sistema de arquivos:
montar um sistema de arquivos é informar ao sistema, como acessar os dados, contidos em uma partição de disco ou em uma mídia)

sintaxe:
mount -text2 /dev/sda6 /mnt

badblocks – verifica se existem erros do sistema de arquivos.
badblocks /dev/sda6

dumpe2fs – lista os atributos e propriedades do sistema de arquivos.
dumpe2fs /dev/sda6

tune2fs – permite modificar parâmetros de um sistema de arquivos
tune2fs -j /dev/sda6
j – muda o sistema de arquivos de ext2 para ext3

Checagem do sistema de arquivos:
e2fsck -jpycvfs /dev/sda6

swapoff -a : desliga todas as partições de swap
swapon -a : liga todas as partições de swap

cat /proc/swaps – verifica se existe algum swap ativo
mkswap /dev/particao : gera o sistema de arquivos “swap” na partição indicada.

O /etc/fstab é lido pelo init, durante o boot. Os sistemas de arquivos ou partições de disco, existentes neste arquivo são lidos pelo init, e montados de acorde com as opções descritas neste arquivo.
As opções de montagem no fstab, seguem a seguinte sintaxe:

/dev/sda7 /home ext3 defaults 1 2

/dev/sda7 – partição do disco
/home – diretório de montagem
ext3 – tipo de sistema de arquivos
opções de montagem defaults = leitura e escrita
1 – monta no boot
2 – ordem de execução do fsck, em caso de erro.

Quotas de Espaço em Disco

Pré- requisitos:
- sistema de arquivos compatível (ext2,ext3)
- partição separada da raiz (“/”).

Tipos de quota:
-block : espaço em disco
-inode : numero de arquivos

tipos de limite:
soft : limite real
hard : limite temporário, maior que soft

Grace period:

É o limite de tempo em que o usuário pode ficar acima do limite “soft”. O período de graça default é de 7 dias, mas pode ser alterado. Ao contrario das quotas, o grace period é coletivo e não individual.

comando: edquota -t
comando:  repquota -avug  (exibe o relatório de uso de quotas de disco)

  • Share/Bookmark