Arquivos

Wikiloc

Me Encontre Em


4,515
Visitantes
Únicos
Powered By Google Analytics

Gerênciamento de Processos no Linux

Um processo no Linux:
- É uma aplicação residente em memória
- Possui um numero de identificação ou PID
- Possui um processo pai, através do qual se comunica com o sistema.
- Possui um dono, que lhe confere os direitos de execução
- Possui um estado

Um processo ainda pode se encontrar nos seguintes estados:
- 1 plano ou foreground ou “fg” – ocupa o shell do usuário
-2 segundo plano ou backgound ou “bg” – ocupa o shell de programas.

comando: kill – envia sinais aos processos.
kill -9 “pid_rpcesso” – termina só o processo
kill -1 “pid_processo_pai” – obriga o processo pai a reler os seus arquivos de configuração
kill -9 “pid_processo_pai” – termina o processo pai e todos os processos “filhos”.

ps auxf – mostra o encadeamento dos processos (hierarquia pai e filhos)

pkill -9 -u “nome_usuario” – termina com todos os processos de um usuário.

No UNIX um processador dispõe de 3 tempos:
%USER – é o tempo usado pelo processador para executar as aplicações do usuário(Trabalho útil).
%SYS – é o tempo usado pelo processador para executar o sistema operacional(I/O de disco)
%IDLE – tempo ocioso do processador.

Os comandos usados para alterar as prioridades de um processo são:
nice : altera a prioridade de execução de em processo, no inicio.
renice altera a prioridade de execução de um processo, durante sua execução.

  • Share/Bookmark

LDAP

O que é LDAP?
Lightware Directory Access Protocol – “Protocolo Leve de acesso a diretório”
Pai – X500 (Mainframe roda na camada 7 do OSI)
Filho – LDAP (Roda na camada 3 e 4 do OSI)
Vô – NIS (roda em rede local, apenas)

portas  – 389/TCP – sem criptografia
636/tcp – ssl

Banco de dados : orientado a objeto otimizado para leitura (consulta)

- importa/ exporta dados em formato ldif

3)Porque objetos e não sql ?
- permite representar melhor as informações
- mais flexível
- permite consulta mais rápida

Conceitos Básicos:
a) o ID – É  um numero, de formato especial que identificá um objeto (similar as “mibs” do snmp)
b) Schema:
E um arquivo que informa ao banco como gerenciar, e instanciar ( carregar) um objeto.
O schema é uma descrição detalhada de como funciona um objeto.

Modelagem do Banco:
a) Geográfico (Grandes organizações)

comando:
getent : lê base de dados Unix
getent passwd

Arquivos para autenticar o linux no LDAP:
1)/etc/nsswitch.conf – determina quais métodos de autenticação serão tentados ex:
compact, files, ldap, nis
onde:
files – /etc/passwd
ldap – ldap
nis – nis
compact – tenta todos (não usados em todos os sistemas)
2) /etc/ldap.conf – define o endereço e o nome da base
Obs: não confundir com /etc/openldap/ldap.conf
Inicializar o serviço ldap:
chkconfig ldap on
Por padrão, apenas usuários locais (existentes em /etc/passwd), tem seus “/homes” criados pelo sistema. Para Criar os homes de usuários existentes em bases remotas, utilizamos a biblioteca pam_mkhomedir.

Scripts de migração:
Quando precisamos alimentar um banco LDAP com bases de dados, devemos:
- achar um script, que conversa a base a ser migrada, em arquivo .ldir
- aplicar o script e gerar o arquivo “.ldif”
- usar o ldapadd para importar o “.ldif” para dentro do banco

Dois desses scripts:
padl.con – migration – tools (migra bases Unix)
sourceforge.net – smbldap-tools (migra bases samba)

  • Share/Bookmark

Agendamento de Tarefas no Linux

Estou publicando as anotações relativas ao agendamento de tarefas, que realizei durante o curso de Linux.
No Linux, existem 2 sistemas diferentes de agendamento:
1) at – executa a tarefa uma única vez

2)cron – executa uma tarefa agendada varias vezes
O cron, também possui duas formas de agendamento:

a) por período (hora, dia, semana, mês) – usada para automatizar tarefas do sistema

b) por tabela (crontab) – usada por vários aplicativos para executar tarefas em horários precisos
listar as tarefas: crontab -l
criar novas tarefas: crontab -e

Por default todos os usuários podem usar o cron para limitar esse acesso, podemos:
- Criar o /etc/cron.deny (usuarios negados)
- criar o /etc/cron.allow (usuarios permitidos)

  • Share/Bookmark

Hardware no Linux

Informações sobre manipulação de dispositivos de hardware no Linux.

Listar todos os dispositivos PCI conectados ao computador:
lspci –vv

Listar todos os dispositivos USB conectados ao computador:
lsusb –vv

2)Através de um dos comandos acima vamos obter o nome/modelo do chipset; Em geral, o nome do chipset é o mesmo nome do modulo a ser carregado.

3) Caso não disponha do driver, pesquise no google pelo nome do modulo.

4) Uma vês obtido, faça o download e descompacte o arquivo em: /usr/src

5) Verifique se dentro do diretório descompactado existe o arquivo makefile. Se existe, basta executar o comando make e, depois o make install. Se não existe, execute o install, e verifiquei o procedimento de compilação, descrito.

6)A seguir os comandos:
depmod -a

modprobe “modulo”

7)A parir deste ponto o hardware está pronto para ser configurado.

Wireless:
O driver é dividido em duas partes
1 modulo faz a interface com o usuário (“wlan”) – aberto
1 modulo gerencia o transmissor

Webcam(USB)
1) ligar a webcam
2) lsusb –vv

vendor e productID
achar o driver (http://mxhaard.free.fr)

comando para ativar o SMART no disco: ter instalado o pacote smartmontools
smartctl -s on /dev/sda

Teste de velocidade de transferência do disco:  hdparm -Tt /dev/sda

Portas Seriais:
Por padrão, as portas seriais são configuradas para a máxima velocidade do seu chip controlador (“UART”), que é 115.200 bps. A maioria dos driver não suporta velocidades tão alta. Recomenda-se baixar a velocidade para os primeiros testes:

28.800 – para modems

9600 – para terminais seriais

Câmeras Digitais:
- kodak : libgPhoto
- Canon (PIP): tcp/ip
- Sony: sistema vfat

Bluetooth:
- pacote: bluez-utils
- pacote: obex-ftp
- editar /etc/bluetooth/main.conf (usuario/senha de parâmetro)
- editar /etc/bluetooth/rfcomm.conf (mac do dispositivo)
- instalar o bluez e o openobex

Disco:
No Linux, os dispositivos de disco, possuem um nome que seguem o padrão abaixo:
sda1
sd – tipo de dispositivo {sd – scsi, hd – IDE}
a – numero da unidade de disco {ide – max4(a-d) – scsi – max 26(a-z)}
1 – número da partição {1-4 – primária/estendida , 5 >= logica}
Sata e pendrives são todos considerados discos scsi
Posso ter mais que 26 discos scsi? sim, mas apenas com o uso de LVM (Gerenciamento de volumes lógicos).

  • Share/Bookmark

Dicas do Kernel do Linux

A seguir vou descrever algumas dicas básicas sobre o Kernel do Linux, uteis apenas para iniciantes no sistema.

Kernel:
É o sistema minimo do Linux, sem nenhuma facilidade, entenda-se por isso com sendo apenas o software que serve para que o sistema funcione, a função dele é apenas controlar o hardware, sendo que isso serve para sistema Windows também.
No Linux o nome do arquivo do kernel geralmente utilizado é:
BzImage – Esse é o nome original do kernel quando compilado.
vmlinuz – e o nome padrão do kernel quando esta pronto para uso, esse geralmente fica localizado no diretório /boot

O Vmlinuz, possui um nome constituído de vários campos
Ex:
2.6.27.7-9-pae

2 – versão principal
6 – versão menor
27 – patch level {suporte a novos dispositivos}
7-9 – Extra-version (usado para personalizar uma versão do kernel)
pae – (características adicionais do kernel) – PAE – 4/8 GB de memoria
SMP – suporte a processadores de core múltiplos
bigmem – suporte a 64 GB de RAM

O arquivo initrd:
Na versão “2.6″ do kernel, existe uma serie de drivers (módulos) que são necessários durante o boot, mas que são compilados no kernel(“biltin”). O initrd é responsável por carregar esses drivers.
Ex: o drive do filesystem “ext3″.

Error “UFS panic” – falta o initrd ou este foi compilado sem o driver para o filesystem usado.

Arquivo system.map : embora não essencial ao boot do sistema, o system.map é necessário para aplicações como o top e o ps . O system.map contem os “símbolos do kernel” ou os endereços das chamadas de sistemas (sub-rotinas) do kernel.

Arquivo config-versao: é o arquivo que contem os recursos e funcionalidades que foram compilados com o kernel. Quando recém compilado o kernel, esse arquivo é existente em
/usr/src/linux, com o nome de “.config”.

  • Share/Bookmark