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	<title>Site do Adonai Silveira Canêz</title>
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	<description>Genealogia, GPS, Trekking, Montain Bike, Programação e Tecnologia em geral</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 May 2012 14:05:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
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		<item>
		<title>Lista de comandos do pacote apt</title>
		<link>http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/04/lista-de-comandos-do-pacote-apt/</link>
		<comments>http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/04/lista-de-comandos-do-pacote-apt/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 20:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adonai Canêz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[apt-cache]]></category>
		<category><![CDATA[apt-cdrom]]></category>
		<category><![CDATA[apt-file]]></category>
		<category><![CDATA[apt-get]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[dpkg]]></category>

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		<description><![CDATA[ Submarino.com.br <p>O apt é uma ferramenta utilizada nas distribuições baseadas no Debian, ela realiza a instalação, remoção e atualização de pacotes, o apt é um frontend para o comando dpkg, que é responsável pelo gerenciamento de pacotes no sistema.</p> <p>A instalação, remoção e atualização de pacotes quando não é feita utilizando o apt é muito trabalhosa, pois o usuário precisa identificar todas as dependências que um pacote tem para poder instalar ele, quem trabalhava com linux na época que não existia ferramentas como o apt lembra o quanto era trabalhoso para instalar um determinado pacote, e algumas vezes até impossível, pois nem sempre conseguia achar todos os pacotes que eram dependências e com isso impossibilitava a instalação dos pacotes que dependiam dele.</p> <p>Antes de mostrar os comandos vou apresentar o arquivo sources.list é nele que se configura os repositórios que o apt vai utilizar para baixar os pacotes, no Debian fica localizado no diretório: /etc/apt/sources.list é muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right">
<div style='margin-bottom:-20px;'><a href='http://www.submarino.com.br'>Submarino.com.br</a></div>
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</div>
<p>O apt é uma ferramenta utilizada nas distribuições baseadas no Debian, ela realiza a instalação, remoção e atualização de pacotes, o apt é um frontend para o comando dpkg, que é responsável pelo gerenciamento de pacotes no sistema.</p>
<p>A instalação, remoção e atualização de pacotes quando não é feita utilizando o apt é muito trabalhosa, pois o usuário precisa identificar todas as dependências que um pacote tem para poder instalar ele, quem trabalhava com linux na época que não existia ferramentas como o apt lembra o quanto era trabalhoso para instalar um determinado pacote, e algumas vezes até impossível, pois nem sempre conseguia achar todos os pacotes que eram dependências e com isso impossibilitava a instalação dos pacotes que dependiam dele.</p>
<p>Antes de mostrar os comandos vou apresentar o arquivo sources.list é nele que se configura os repositórios que o apt vai utilizar para baixar os pacotes, no Debian fica localizado no diretório: /etc/apt/sources.list é muito impostante configurar ele corretamente, a abaixo estou exibindo o arquivo que estou utilizando, é muito importante utilizar os repositórios localizados no Brasil, pois assim o download dos pacotes será bem mais rápido.</p>
<pre>
# Mirror com os binários das atualizações de segurança
deb http://security.debian.org/ squeeze/updates main
# Mirror com os códigos fonte das atualizações de segurança
deb-src http://security.debian.org/ squeeze/updates main

# Mirror com os pacotes binários que foram atualizados
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze-updates main non-free contrib
# Mirror com os códigos fonte dos pacotes atualizados
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze-updates main non-free contrib

# mirror de pacotes binários da distribuição
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main non-free contrib
# Mirror de codigos fonte dos pacotes da distribuição
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main non-free contrib
</pre>
<p>Uma explicação importante é com relação aos tipos de repositórios de pacotes que podem ser utilizados, na minha configuração estão os repositórios: main, non-free e contrib.<br />
O main disponibiliza os pacotes padrão do Debian que seguem a licença GPL, no non-free tem pacotes que são seguem completamente a licença GPL e o contrib são aplicações de terceiros ou que são proprietárias.</p>
<p><strong>Comandos apt-get</strong></p>
<p>A ferramente apt-get é responsável pela manipulação dos pacotes no sistema, como a instalação, remoção e atualização dos pacotes, além de outras tarefas.</p>
<p>Antes de mais nada é preciso atualizar a lista de pacotes disponíveis nos repositórios, por isso o primeiro comando que deve ser utilizado é o apt-get update, esse comando verifica a lista de pacotes disponíveis nos repositórios que estão configurados no arquivo sources.list, e atualiza na sua base de dados local, por isso é necessário executar esse comando frequentemente.<br />
root@debian:~# apt-get update </p>
<p>Para atualizar todos os pacotes que estão instalados no sistema<br />
root@debian:~# apt-get upgrade </p>
<p>Para atualizar apenas o pacote especificado<br />
root@debian:~# apt-get upgrade nome_do_pacote </p>
<p>Para checar a integridade dos pacotes do sistema, verifica se não há dependências quebradas<br />
root@debian:~# apt-get check </p>
<p>Para instalar um novo pacote resolvendo automaticamente todas as dependências.<br />
root@debian:~# apt-get install nome_do_pacote </p>
<p>Para instalar um pacote que já está instalado<br />
root@debian:~# apt-get install &#8211;reinstall nome_do_pacote </p>
<p>Para atualizar o sistema utilizando o método inteligente de resolução de conflitos de versão do apt<br />
root@debian:~# apt-get dist-upgrade </p>
<p>Para remover o pacote e todas as suas dependencias criadas<br />
root@debian:~# apt-get remove nome-do-pacote </p>
<p>Para remover o pacote e as suas dependencias criadas incluindo arquivos de configuração<br />
root@debian:~# apt-get remove &#8211;purge nome-do-pacote </p>
<p>Para visualizar os pacotes que podem ser atualizados<br />
root@debian:~# apt-get -s upgrade </p>
<p>Para verificar as dependências automaticamente<br />
root@debian:~# apt-get -f install </p>
<p>Para apenas efetuar o download do pacote para o diretório &#8216;/var/cache/apt/archives&#8217; cabendo ao usuário instalá-lo posteriormente<br />
root@debian:~# apt-get install -d nome_do_pacote </p>
<p>Para excluir todo o cache de pacotes que estão armazenados no diretório /var/cache/apt/archives/:<br />
root@debian:~# apt-get clean</p>
<p>Para limpar do cache de pacotes apenas os pacotes que não podem mais ser descarregados, e com isso mantem o cache atualizado.<br />
root@debian:~# apt-get autoclean </p>
<p>Para fazer o download do código-fonte de um pacote, será salvo no diretório atual<br />
root@debian:~# apt-get source nome_do_pacote<br />
note que serão copiados/baixados 3 arquivos .orig.tar.gz .dsc .diff.gz</p>
<p><strong>Comandos do apt-cache</strong></p>
<p>A ferramente apt-cache é responsável pela manipulação do cache do apt, que é criado ou atualizado quando se executa o comando: apt-get update, nele é possível verificar informações sobre os pacotes disponíveis para o sistema.</p>
<p>Para verificar o status do cache do apt, com ele é possível saber o total de pacotes disponíveis nos repositórios.<br />
root@debian:~# apt-cache stats </p>
<p>Para procurar um pacote que contenha a a palavra especificada tanto no nome quanto na descrição.<br />
root@debian:~# apt-cache search nome_do_pacote </p>
<p>Para procurar pacotes que contenham a palavra apenas como parte do nome<br />
root@debian:~# apt-cache search -n nome_do_pacote </p>
<p>Para exibir alguns dados relacionados ao pacote, como a descrição e a versão<br />
root@debian:~# apt-cache show nome-do-pacote </p>
<p>Para exibir detalhes de dependências do pacote<br />
root@debian:~# apt-cache nome_do_pacote </p>
<p>Exibe apenas os pacotes que depende do pacote informado<br />
root@debian:~# apt-cache depends nome_do_pacote</p>
<p><strong>Comandos do apt-file</strong></p>
<p>O comando apt-file permite procurar arquivos dentro de um determinado pacote.</p>
<p>Antes de executar os comandos do apt-file é preciso atualizar a base de dados dele<br />
root@debian:~# apt-file update</p>
<p>Para identificar qual pacote que fornece o arquivo etc/vimrc<br />
root@debian:~# apt-file search etc/vimrc </p>
<p>Para exibir o conteúdo de um pacote<br />
root@debian:~# apt-file list nome_do_pacote</p>
<p><strong>Comandos do apt-cdrom</strong></p>
<p>Para adicionar suporte ao apt para instalar pacotes via CD-ROM<br />
root@debian:~# apt-cdrom add </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LDAP &#8211; Lightweight Directory Access Protocol</title>
		<link>http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/03/ldap-lightweight-directory-access-protocol/</link>
		<comments>http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/03/ldap-lightweight-directory-access-protocol/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 03:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adonai Canêz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Protocolos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[LDAP]]></category>
		<category><![CDATA[Lightweight Directory Access Protocol]]></category>
		<category><![CDATA[X.500]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O LDAP é um protocolo da camada de aplicação que roda sobre TCP/IP, na porta 389, utilizado para pesquisar e atualizar diretórios. Um diretório LDAP geralmente segue o padrão X.500, que é uma arvore de nós, cada um consistindo de um conjunto de atributos com seus respectivos valores. O LDAP é um banco de dados que armazena suas informações de forma hierárquica e não relacional, sendo voltado para atender uma grande quantidade de consulta mas não uma grande quantidade de inserções e remoções. Como o LDAP não utiliza tabelas ele armazena as informações em elementos chamados DITs (Directory Information Tree &#8211; Árvore de informação do diretório) que é uma árvore onde cada vértice é um registro, onde cada registro é um conjunto de informações sobre determinado objeto que queremos guardar. Na figura a seguir temos um exemplo real de árvore LDAP da secretaria da fazenda.</p> <p class="wp-caption-text">Árvore LDAP da Secretaria da Fazenda</p> DIT &#8211; Directory Information Tree [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O LDAP é um protocolo da camada de aplicação que roda sobre TCP/IP, na porta 389, utilizado para pesquisar e atualizar diretórios. Um diretório LDAP geralmente segue o padrão X.500, que é uma arvore de nós, cada um consistindo de um conjunto de atributos com seus respectivos valores. O LDAP é um banco de dados que armazena suas informações de forma hierárquica e não relacional, sendo voltado para atender uma grande quantidade de consulta mas não uma grande quantidade de inserções e remoções. Como o LDAP não utiliza tabelas ele armazena as informações em elementos chamados DITs (<em>Directory Information Tree</em> &#8211; Árvore de informação do diretório) que é uma árvore onde cada vértice é um registro, onde cada registro é um conjunto de informações sobre determinado objeto que queremos guardar. Na figura a seguir temos um exemplo real de árvore LDAP da secretaria da fazenda.</p>
<div id="attachment_1998" class="wp-caption aligncenter" style="width: 897px"><img class="size-full wp-image-1998" title="Árvore LDAP da Secretaria da Fazenda" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/sefaz.jpg" alt="" width="887" height="671" /><p class="wp-caption-text">Árvore LDAP da Secretaria da Fazenda</p></div>
<h6>DIT &#8211; Directory Information Tree</h6>
<h6>Comandos LDAP</h6>
<p>A seguir será apresentado a lista de operações básicas que o cliente so se conectar so servidor LDAP pode executar.</p>
<ul>
<li>Bind &#8211; autentica e especifica a versão do protocolo LDAP;</li>
<li>search &#8211; procura por ou recupera entradas em diretórios;</li>
<li>Compare &#8211; teste se uma entrada tem determinado valor como atributo;</li>
<li>ADD &#8211; adiciona uma nova entrada;</li>
<li>Delete &#8211; apaga uma entrada;</li>
<li>Modify &#8211; modifica uma entrada;</li>
<li>Modify DN &#8211; move ou renomeia uma entrada;</li>
<li>Start TLS &#8211; protege a conexão com Transport Layer Security (TLS);</li>
<li>Abandon &#8211; aborta uma requisição prévia;</li>
<li>Extended Operation &#8211; operação genérica ara definir outras operações;</li>
<li>Unbind &#8211; fecha a conexão.</li>
</ul>
<p><strong>Provas de Concursos</strong></p>
<p><strong>TRT 14 &#8211; 2011</strong></p>
<p><strong>24)</strong> Um cliente começa uma sessão LDAP ligando-se a um servidor LDAP, normalmente pela porta &#8230;&#8230;.I&#8230;&#8230;&#8230;. Este envia requisições para o servidor, o qual devolve respostas. Dentre as operações básicas, Compare &#8230;&#8230;..II&#8230;&#8230;.. Completam correta e respectivamente as lacunas I e II</p>
<p>(A) 410; protege a conexão com a Transport Layer Security</p>
<p>(B) 410; testa se uma entrada tem determinado valor como atributo</p>
<p>(C) 389; testa se uma entrada tem determinado valor como atributo</p>
<p>(D) 389; autentica e especifica a versão do protocolo LDAP</p>
<p>(E) 59; autentica e especifica a versão do protocolo LDAP</p>
<p>Gabarito: C</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Review do GPS Garmin 62st</title>
		<link>http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/03/review-do-gps-garmin-62st/</link>
		<comments>http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/03/review-do-gps-garmin-62st/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 00:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adonai Canêz</dc:creator>
				<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[60 CSx]]></category>
		<category><![CDATA[62 st]]></category>
		<category><![CDATA[Garmin]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Comprei um GPS Garmin 62st para substituir o meu 60CSx que estragou, como esse modelo de GPS ainda é pouco conhecido no Brasil, pois o seu custo ainda é bem alto eu decidi escrever um review sobre esse aparelho, pois muitos tem dúvidas com relação as funcionalidades dele. Realmente foram feitas muitas mudanças nesse aparelho com relação ao seu antecessor o 60 CSx, algumas boas e outras ruins, isso na minha opinião é claro. Uma alteração importante foi no suporte das pilhas, agora as pilhas ficam super bem fixadas e sem perigo de dar mal contato quando o aparelho é sacudido, por exemplo quando se está usando ele fixado na bicicleta.</p> <p>Outra melhoria importante foi na tampa do compartimento das pilhas, a versão anterior tinha uma tampa totalmente plástica que era muito frágil, não era difícil encontrar usuários que reclamavam que a tampa tinha quebrado quando o aparelho caiu no chão, nessa nova versão a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comprei um GPS Garmin 62st para substituir o meu 60CSx que estragou, como esse modelo de GPS ainda é pouco conhecido no Brasil, pois o seu custo ainda é bem alto eu decidi escrever um review sobre esse aparelho, pois muitos tem dúvidas com relação as funcionalidades dele.<br />
Realmente foram feitas muitas mudanças nesse aparelho com relação ao seu antecessor o 60 CSx, algumas boas e outras ruins, isso na minha opinião é claro.<br />
Uma alteração importante foi no suporte das pilhas, agora as pilhas ficam super bem fixadas e sem perigo de dar mal contato quando o aparelho é sacudido, por exemplo quando se está usando ele fixado na bicicleta.</p>
<p>Outra melhoria importante foi na tampa do compartimento das pilhas, a versão anterior tinha uma tampa totalmente plástica que era muito frágil, não era difícil encontrar usuários que reclamavam que a tampa tinha quebrado quando o aparelho caiu no chão, nessa nova versão a tampa tem partes de metal nos pontos que quebravam, isso foi uma grande melhoria nesse aparelho.</p>
<p>Outra alteração feita nos acessórios do aparelho foi o clip de cinto, que anteriormente era de plástico e que quebrava muito fácil, inclusive o do meu primeiro GPS quebrei com um mês de uso. Nesse novo modelo eles realizaram algumas alterações, trocaram o suporte de plástico por um suporte tipo mosquetão, o que tornou muito mais resistente essa parte, mas a parte que prende o mosquetão ao GPS ainda é plástica, por isso acho que não melhorou muito no quesito resistência essa alteração. No quesito usabilidade essa alteração foi muito negativa, porque manusear o mosquetão é bem mais difícil do que o outro suporte, pois no outro era só apertar o botão e puxar o GPS para cima, com o mosquetão já é bem mais difícil tirar o GPS, sem contar que com ele o GPS fica solto o que permite ao GPS ficar sacudindo durante a caminhada, isso não acontecia com o outro suporte, porque o suporte prendia direto no aparelho.</p>
<p><strong>Alterações negativas</strong></p>
<p>- Tiraram as várias opções de veículos para o traçado de rotas, só ficou carro, bicicleta e pedestre, na prática não deve fazer muita diferença para os usuários.<br />
- Aparentemente a recepção de sinal desse modelo é inferior ao do modelo 60 CSx.</p>
<p><strong>Alterações Positivas</strong></p>
<p>- Quando o usuário manda fazer o trackback de uma trilha, o GPS mostra os pontos de máxima altitude e de minima do trajeto, muito útil para quem realiza trekking e ciclismo.<br />
- Agora o aparelho consegue trabalhar com todas as trilhas que estão em uma das suas memórias, tanto nas memórias internas quando no cartão SD, com isso é possível exibir e fazer trackback de qualquer trilha que esteja no aparelho.</p>
<p><strong>Serviço BirdsEyes</strong></p>
<p>Como esse GPS tem suporte para exibir imagens de fundo eu assinei o serviço BirdsEyes da Garmin que permite baixar e enviar imagens de satélite para o GPS, o preço até que não é tão caro, custa 30 dólares por ano.</p>
<p>O problema é que as imagens disponibilizadas do Brasil são em sua grande maioria de baixíssima qualidade, por isso acaba que esses 30 dólares são uma fortuna. Uma exemplo são as imagens da Serra do Cipó de MG que é de qualidade muito inferior as que são disponibilizadas gratuitamente pelo Google Earth, na realidade nenhuma das imagens do BirdsEyes é superior as do Google Earth.</p>
<p>Mesmo que as imagens deixem muito a desejar no quesito qualidade esse recurso compensa pois fica mais interessante visualizar o mapa tendo a foto por baixo.</p>
<p>Outra reclamação que tenho com relação ao serviço é que a Garmin diz que não existe limite de download para as imagens, mas isso é mentira. E o que é pior, eles contabilizam o tamanho da imagem de forma errada o que acaba prejudicando o usuário. Por exemplo: o software permite selecionar 3 níveis de qualidade para baixar as imagens: Standard, High e Highest sendo que a diferença de tamanho do formato Standard para o Highest é enorme, tipo no meu exemplo vou selecionar a imagem de Porto Alegre/RS no formato Standard a imagem foi com 8 MB, no High fica com 250 MB e no Highest com 708 MB, sendo que desse tamanho o software já não me permite mais baixar a imagem, como pode-se ver na imagem abaixo.</p>
<p><a href="http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/03/review-do-gps-garmin-62st/birdeyes/" rel="attachment wp-att-2356"><img class="aligncenter size-large wp-image-2356" title="Software BirdEyes" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/BirdEyes-1024x575.png" alt="" width="640" height="359" /></a></p>
<p>Como não é possível baixar as imagens no formato Highest vou fazer o teste para verificar o tamanho real das imagens baixando no formato High, como pode-se ver na imagem a seguir no total serão baixadas 12227 imagens, e o tamanho total deve ser de 250 MB. Outro ponto negativo do serviço BirdEyes é a baixa velocidade de download das imagens, embora a minha conexão tenha 10 MB as imagens são baixadas a apenas 1 MB o que torna o processo bem mais demorado.</p>
<p><a href="http://www.adonai.eti.br/wordpress/2012/03/review-do-gps-garmin-62st/birdeyes-download/" rel="attachment wp-att-2359"><img class="aligncenter size-large wp-image-2359" title="Tela de informações de download do BirdEyes" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/BirdEyes-Download-1024x575.png" alt="" width="640" height="359" /></a></p>
<p>Ao final do download o tamanho total das imagens foi de 146 MB, bem inferior ao que tinha sido informado. Nos meus primeiros testes logo que comprei o GPS, após baixar uma imagem grande como essa o software não me permitia baixar mais nenhuma imagem, avisava que eu tinha excedido o limite de download, mas nos testes que realizei agora isso não aconteceu, então uma das minhas reclamações contra o BirdEyes pode ter sido solucionada.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Embora o modelo 62st traga algumas melhorias para os usuários que praticam trekking ou mountain bike a troca do modelo 60 CSx por esse novo não compensa, pois o investimento é grande e as melhorias serão pequenas. Outra desvantagem que complica a substituição do 60 CSx pelo 62st é o fato dos acessórios, como suporte para bike, suporte de carro e cabo serial não serem compatíveis entre os modelos.<br />
Para quem não tem GPS e está querendo comprar um, até pode pensar em investir um pouco mais e adquirir o 62st, pois eu acredito que o tempo de vida útil desse aparelho deve ser de uns 5 anos e nesse período as imagens disponibilizadas do Brasil no BirdEyes poderão melhorar e ele poderá ser melhor utilizado.</p>
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			<h4>Fotos GPS Garmin 62st</h4>
			<p>Fotos do GPS Garmin 62st</p>
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		<title>Review do Notebook LG A520-U.BE44P1(5400)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 16:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adonai Canêz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Core i5]]></category>
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		<description><![CDATA[ Submarino.com.br <p>Como o meu notebook da Dell já está muito velho e sem a bateria, decidi comprar um notebook novo, pesquisei bastante até achar um que me oferecesse bom custo e beneficio. Eu procurava algum notebook que de preferência tivesse leitor de Blu-ray pois vai ser a tendência dos próximos anos, processador Intel i5 ou i7, que tivesse tela de 15&#8243; de LED pois pela informações que tinha esse tipo de tela gasta menos e tem uma melhor qualidade de imagem e principalmente um HD grande. Pesquisei os notebooks de vários fabricantes principalmente Dell, Sony, HP e LG. Como eu já tinha um Dell dei preferencia para eles mas os modelos da Dell que têm bom espaço de HD, tela de LED, processador Intel i5 e Blu-ray tem preço inicial acima de 3 mil reais e como eu não estava a fim de gastar tanto num notebook fui pesquisar outros modelos. Após pesquisar bastante [...]]]></description>
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<p>Como o meu notebook da Dell já está muito velho e sem a bateria, decidi comprar um notebook novo, pesquisei bastante até achar um que me oferecesse bom custo e beneficio.<br />
Eu procurava algum notebook que de preferência tivesse leitor de Blu-ray pois vai ser a tendência dos próximos anos, processador Intel i5 ou i7, que tivesse tela de 15&#8243; de LED pois pela informações que tinha esse tipo de tela gasta menos e tem uma melhor qualidade de imagem e principalmente um HD grande.<br />
Pesquisei os notebooks de vários fabricantes principalmente Dell, Sony, HP e LG. Como eu já tinha um Dell dei preferencia para eles mas os modelos da Dell que têm bom espaço de HD, tela de LED, processador Intel i5 e Blu-ray tem preço inicial acima de 3 mil reais e como eu não estava a fim de gastar tanto num notebook fui pesquisar outros modelos.<br />
Após pesquisar bastante descobri o modelo <a title="Notebook LG A520-5400" href="http://www.lge.com/br/informatica/notebook/LG-A520-U.BE44P15400.jsp" target="_blank">A520 &#8211; 5400</a> da LG que é um dos lançamentos dessa marca, os recursos disponiveis no notebook eram perfeitos para o meu uso: tem tela 15,6 de LED, HD de 750 GB, processador Intel i5 &#8211; 2410M (2,30GHz, 3MB cache) o leitor de Blu-ray e além desses recursos que eu procurava esse notebook conta com uma placa de video dedicada modelo NVIDIA GeForce GT540M (2GB de memória dedicada) sendo que esse recurso geralmente não estava disponivel nos outros modelos pois aumenta o valor do note em uns 300 reais e vem outro recurso bem legal que eu nunca tinha usado que é o leitor de impressões digitais que estou achando muito útil.</p>
<p><strong>Softwares Instalados</strong><br />
O notebook vem com poucos softwares pré-instalados, vem com um pacote de jogos infantis que alem de serem bem básico e na minha rápida analise achei sem graça e ainda por cima eles estão em Inglês, na minha opinião não deviam colocar esses jogos, eu já desinstalei do computador.<br />
Tem vários softwares da LG para controlar as funções de alguns botões especiais, tipo: exibir na tela quando manda desabilitar a rede wireless, altera o volume ou o brilho da tela, tambem vem um software para atualizar os drives e os programas da LG que vêm instalados, esse software não funciona muito bem, em alguns momentos quando ele faz os downloads não exibe que o download está sendo feito, e algumas vezes travou quando eu mandei fechar ou cancelar, por isso ele não me agradou, mas no final das contas eu consegui atualizar todos os programas usando ele, verifiquei que esse programa pega versões mais atualizadas dos drives que aquelas que estão disponiveis no site da LG, por isso não adianta ir no site e baixar.<br />
O LG Smart Recovery é um software para fazer uma imagem do sistema, é a ferramenta mais útil que eles disponibilizam, após eu fazer a atualização de todos os componentes do windows e os drives do sistema realizei um backup e caso eu tenha problema posso mandar recuperar o backup e o sistema volta a fica como veio de fabrica. Na primeira vez que o computador é inicializado já é feito um backup que fica numa partição segura e com isso não tem perigo do usuário perder a sua instalação do windows.<br />
O LG Smart Care é um software que agrupa as configurações do sistema, na pratica ele não faz nada apenas agrupa funcionalidades do Windows e mostra tudo num local, é interessante pois facilita para o usuário localizar inúmeras ferramentas que estão espalhadas pelo Windows, para o usuário menos experiente é bom manter, mas para quem conhece eu acho que não vale a pena desperdiçar esse espaço em disco.<br />
Também tem o LG Media FUNtasia é um software para gerenciamento de mídia que não vale a pena ser utilizado, pois existe softwares melhores para essa funcionalidade, esses são alguns dos softwares que vem instalados os outros não são tão importantes então não vou falar sobre eles.</p>
<p><strong>Touchpad</strong><br />
O Touchpad na minha opinião é bem pequeno, mas não chegar ser menor que os dos outros notebooks, mas eles deveriam aproveitar melhor o espaço disponível e aumentar o tamanho do touchpad, os botões do touchpad também são muito pequenos e por isso demora um certo tempo para se acostumar com eles, mas agora que já estou usando o notebook a algum dias já me acostumei com eles.<br />
O touchpad tem suporte a gestos, eu ainda não aprendi a usar todas as funções, mas é bem útil. Recomendo ler no manual as funcionalidades oferecidas, pois são várias. Eu demorei para aprender a usar as funcionalidades do software do touchpad, mas agora que estou aprendendo e que configurei corretamente as funcionalidades do software do touchpad o meu uso está bem mais eficiente.</p>
<p><strong>Teclado</strong><br />
Como tudo que é novo e desconhecido o teclado não me agradou no inicio, pois as teclas foram alteradas em relação ao meu notebook da Dell, a principal alteração foi a tecla do &#8220;/&#8221; e &#8220;?&#8221; esses dois símbolos foram adicionados nas teclas &#8220;Q&#8221; e &#8220;W&#8221; e para ter acesso a esses símbolos é necessário clicar na tecla &#8220;Alt Gr&#8221; + &#8220;Q&#8221; = &#8220;/&#8221; ou &#8220;Alt Gr&#8221; + &#8220;W&#8221; = ? no inicio eu não gostei mas já estou me acostumando.<br />
Acho que o maior problema do teclado é o tamanho pequeno das teclas de setas que são muito utilizadas e devido o tamanho pequeno são desconfortáveis para o uso.<br />
As funções especiais que se encontram junto com as teclas F são bem úteis, pois permite desligar o wireless, desativar o touchpad quando se esta usando um mouse, controlar a velocidade da ventoinha além de outras atividades.<br />
Na minha opinião o teclado e bem agradável de ser utilizado durante a digitação, uma coisa que podia ser melhorada é o fato do teclado como um todo não ser muito firme se você aperta o teclado todo se meche dando uma sensação de fragilidade o que não necessariamente pode se confirmar, isso só com o tempo para se verificar.</p>
<p><strong>Webcam e Microfone</strong><br />
Testei a webcam e o microfone utilizando o Skype e a qualidade do microfone e da webcam  me surpreenderam, com relação a webcam não chega a ser tão surpreendente, pois na atualidade o modelo de webcam de 1,3 Mp é o padrão dos notebooks por isso não deve diferenciar muito dos outros notebooks do mercado, mas os microfones estéreos são um show a parte, principalmente comparando com o do meu notebook da Dell, o som é muito limpo e alto, não é necessário ficar gritando na frente do computador para que ele capte o som, só precisa falar normalmente. Inclusive testei o skype em ligações para telefone fixo e a qualidade da ligação ficou perfeita, tanto para a pessoa que estava me ouvindo quando para mim, e isso que a minha conexão ADSL é de 1 Mbits.</p>
<p><strong>Tela de 15,6&#8243; de LED</strong><br />
A qualidade da imagem da tela de LED realmente é surpreendente, as imagens ficam muito claras e bonitas, os menores detalhes entre as tonalidades podem ser percebidas, e sem contar que consome menos energia e permite uma maior autonomia da bateria.</p>
<p><strong>Drive de Blu-ray</strong><br />
Eu não cheguei a testar o drive com discos Blu-ray, mas realizei o teste com um DVD normal, testei copiar o conteúdo de um DVD de 2,91 GB para o HD, durante o processo de copia que levou 10 minutos o drive praticamente não fez barulho, embora durante a instalação de um outro programa o drive tenha sido um pouco mais barulhento, mas isso provavelmente se deve a problemas no disco que está desbalanceado e faz com que o drive vibre.</p>
<p><strong>Duração da Bateria</strong><br />
No teste que realizei a bateria durou 4 horas, durante o teste usei a tela no menor brilho possível, mas não desliguei os programas de segundo plano o que certamente ajudou a diminuir a duração da bateria, por isso eu acho que é possível conseguir usar o notebook até por mais de 4 horas, em situações que não exija muito processamento.</p>
<p><strong>Utilização</strong><br />
Eu deixei o notebook ligado por 36 horas, durante o download das atualizações do windows e das aplicações que vem instaladas nele, mesmo assim ele permaneceu sempre gelado, nenhuma parte do notebook aqueceu.<br />
O cooler e o HD são bem silenciosos, nem é possível perceber que o computador está ligado, creio que nesses requisitos ninguém vai poder reclamar.</p>
<p><strong>O que Falta?</strong><br />
Dos recursos desse Notebook, eu creio que o recurso que faz falta é o E-Sata que em breve deve se tornar popular e vai comprometer as funcionalidades desse notebook pela falta desse recurso.</p>
<p><strong>Avaliação Final</strong><br />
Até o presente momento posso elogiar o desempenho do notebook, o processador é muito rápido, e não tenho notado problemas de desempenho, mas com relação aos 4 GB de memória RAM e estou sentindo que em breve serão insuficientes pois pretendo usar maquinas virtuais e dos 4 GB, apenas 1 GB tem ficado disponível, com relação ao teclado eu acho que deveria ser mais firme.<br />
Hoje notei um problema na carcaça da tampa do notebook, devido ela ser de metal, me parece que ela está com uma pequena fuga de energia e quando a gente toca nela, sente isso, precisa de bastante atenção e realizar vários testes para perceber, mas creio que seja um problema, pois fuga de energia nunca é uma coisa boa, o que prova uma falha de isolamento no computador.</p>
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			<h4>Fotos do Notebook LG A520 - 5400</h4>
			<p>Fotos do Notebook LG A520 - 5400</p>
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		<title>Tutorial de Banco de Dados &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.adonai.eti.br/wordpress/2011/07/tutorial-de-banco-de-dados-parte-1/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 23:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adonai Canêz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
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		<category><![CDATA[Modelagem de Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle 11g]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Decidi escrever esse tutorial para ajudar a consolidar os meus conhecimentos sobre banco de dados relacional e ajudar o pessoal interessado em aprender sobre o assunto, pois na minha opinião o material disponível em português sobre banco de dados na internet é bem fraco, por isso espero poder contribuir a melhora do conteúdo.</p> <p>Esse meu tutorial tem como base um trabalho de banco de dados que fiz durante a faculdade, este trabalho foi realizado utilizando o banco de dados Oracle 11g enterprise, por isso algumas caracteristicas que vou apresentar são especificas do Oracle, como por exemplo a criação e o uso das sequences.</p> <p>Durante este artigo vou apresentar o uso dos softwares SQL Developer e o SQL Developer Data Modeler ambos da Oracle, o SQL Developer vem incluso no instalador do banco de dados, mas o Data Modeler precisa ser baixado separado pois não está incluído.</p> Instalação do Oracle 11g <p>A instalação do banco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decidi escrever esse tutorial para ajudar a consolidar os meus conhecimentos sobre banco de dados relacional e ajudar o pessoal interessado em aprender sobre o assunto, pois na minha opinião o material disponível em português sobre banco de dados na internet é bem fraco, por isso espero poder contribuir a melhora do conteúdo.</p>
<p>Esse meu tutorial tem como base um trabalho de banco de dados que fiz durante a faculdade, este trabalho foi realizado utilizando o banco de dados <a title="Site para Download do Oracle 11g" href="http://www.oracle.com/technetwork/database/enterprise-edition/downloads/index.html" target="_blank">Oracle 11g enterprise</a>, por isso algumas caracteristicas que vou apresentar são especificas do Oracle, como por exemplo a criação e o uso das <em>sequences.</em></p>
<p>Durante este artigo vou apresentar o uso dos softwares <a title="Site para download do SQL Developer" href="http://www.oracle.com/technetwork/developer-tools/sql-developer/downloads/index.html" target="_blank">SQL Developer</a> e o <a title="Site para download do SQL Developer Data Modeler" href="http://www.oracle.com/technetwork/developer-tools/datamodeler/downloads/datamodeler-087275.html" target="_blank">SQL Developer Data Modeler</a> ambos da Oracle, o SQL Developer vem incluso no instalador do banco de dados, mas o Data Modeler precisa ser baixado separado pois não está incluído.</p>
<h6>Instalação do Oracle 11g</h6>
<p>A instalação do banco de dados Oracle 11g é bem intuitiva e não precisa ser muito detalhada, apenas faço alguns alertas para quem for instalar:</p>
<p>- O Oracle ocupa muita memória, no meu micro ocupou mais de 700 mega, por isso quem tem uma memória de 2GB pode sofrer um pouco com isso, no meu caso eu instalei num micro separado apenas para essa finalidade, por isso não foi um grande problema.</p>
<p>- A instalação padrão do Oracle só aceita acessos locais ao banco de dados na porta 1521, como eu estava acessando o banco pela rede, tive esse problema, para resolver é preciso editar os arquivos &#8220;listener.ora&#8221; e &#8220;tnsnames.ora&#8221; para liberar o acesso externo, a edição dos arquivos não é muito bem documentada na internet, por isso eu tentei uma saída simples que felizmente funcionou, que foi excluir o listener criado na instalação e criar outro usando a ferramenta &#8220;Assistente de Configuração de Rede&#8221;, com isso resolvi o acesso ao banco de dados.</p>
<p><a href="http://www.adonai.eti.br/wordpress/2011/07/tutorial-de-banco-de-dados-parte-1/fig1/" rel="attachment wp-att-2146"><img class="aligncenter size-full wp-image-2146" title="Assistente de Configuração de Rede do Oracle" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/06/fig1.png" alt="" width="606" height="406" /></a></p>
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<h6>Criação de Usuários no Oracle</h6>
<p>Outra dificuldade que tive quando instalei o Oracle pela primeira vês foi como criar um usuário para acessar o banco de dados, o processo é simples, supondo que você está no micro que está com o banco de dados instalado é preciso acessar o &#8220;Database Control&#8221; no endereço https://localhost:1158/em/ para fazer login você sua o usuário &#8220;system&#8221; que foi criado durante a instalação. Após estar logado vá na opção &#8220;Servidor&#8221; dentro dessa opção tem o grupo &#8220;Segurança&#8221;, neste grupo você vai encontrar a opção &#8220;Usuários&#8221;, é neste opção que você faz o gerenciamento de usuários do SGBD.</p>
<p>A criação de usuários é simples, você vai precisa se preocupar com as opções: Geral, Atribuições, Privilégios de Sistema, e Cotas,as outras opção para o usuário iniciante não são úteis.</p>
<p>Na opção Geral, você precisa definir o nome do usuário, o tipo de autenticação, o recomendado por ser a mais simples é a por senha, definir a senha e os tablespace do usuários, o recomendado é usar para &#8220;Tablespace Default &#8221; o USERS e como &#8220;Tablespace Temporário&#8221; o TEMP</p>
<p>Na opção &#8220;Atribuições&#8221; você precisa verificar se a opção &#8220;Connect&#8221; sem ela o usuário não pode se conectar ao banco de dados.</p>
<p>Na opção &#8220;Privilégios de Sistema&#8221; você precisa dar a permissão para o usuário fazer a criação das tabelas, triggers e outros objetos que ele vai precisar utilizar, na figura a seguir tem a lista das atribuições que eu concedi ao usuário.</p>
<p><a href="http://www.adonai.eti.br/wordpress/2011/07/tutorial-de-banco-de-dados-parte-1/tela-privilegios-sistema/" rel="attachment wp-att-2147"><img class="aligncenter size-full wp-image-2147" title="Tela de privilégios do sistema" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/06/tela-privilegios-sistema.png" alt="" width="1277" height="625" /></a></p>
<p>Na opção &#8220;Cotas&#8221; é necessário atribuir um valor no tablespace USERS para que o usuário possa efetivamente criar as tabelas lá, caso contrario o usuário não tera espaço em disco para poder criar as tabelas e inserir os dados nelas.</p>
<p>Feito isso é preciso mandar aplicar essas alterações, após isso já é possível acessar o banco de dados usando o usuário criado.</p>
<h6>Usando o SQL Developer</h6>
<p>Agora que o usuário já está criado é possível testar se ele está conseguindo acessar o banco de dados, para fazer os acessos ao banco de dados vou utilizar o SQL Developer, as configurações são simples, precisa definir o nome do usuário que foi criado, com a respectiva senha, definir o host que está executando o banco de dados, o padrão é localhost, a porta do listener que foi configurada, que já foi explicada anteriormente, e definir o SID do banco de dados, essa informação é definida durante a instalação do bando de dados, o padrão é orcl, na figura a seguir tem um exemplo da criação da conexão.</p>
<p><a href="http://www.adonai.eti.br/wordpress/2011/07/tutorial-de-banco-de-dados-parte-1/tela-developer/" rel="attachment wp-att-2150"><img class="aligncenter size-full wp-image-2150" title="Tela de Conexão do SQL Developer" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/06/tela-developer.png" alt="" width="752" height="395" /></a></p>
<p>Se todas as configurações estiverem corretas, você vai clicar no botão &#8220;Testar&#8221; e ele vai informar que conseguiu se conectar com sucesso. Feito isso já podemos começar a criação de tabelas e outros objetos no banco de dados.</p>
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<h6>SQL Developer Data Modeler</h6>
<p>Para a modelagem das tabelas eu utilizei o SQL Developer Data Modeler, eu testei outras ferramentas como o DB Main que foi o software que utilizei na faculdade e o Rational Rose da IBM. O DB Main é uma ferramenta gratuita, mas tem várias incompatibilidades com o Oracle: como o uso de tipos de dados sequenciais e consultas na declaração de tabelas, coisas que o Oracle implementa de forma diferente, o Rational Rose é muito bom, mas para o usuário doméstico é inviável, tendo em vista que custa cerca de 5000 reais e usar serial pirata é um saco, por isso preferi pesquisar mais e assim descobri que existe o SQL Developer Data Modeler da própria Oracle que pode ser baixado de graça e utilizado tranquilamente para uso não comercial, e o melhor de tudo é que ele é totalmente compatível com o SGBD da Oracle, o que não poderia ser diferente diga-se de passagem <img src='http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p>Como o meu foco não era aprender a fundo o uso do Data Modeler o que certamente iria tomar muito do meu tempo, eu fiz o suficiente para gerar as minhas tabelas. Como eu já tinha um esboço desse projeto da época que eu fiz na faculdade eu aproveitei e fiz a importação das tabelas já existentes para o software e ele já gerou o modelo inicial, e a partir desse ponto eu fui fazendo as correções.</p>
<p>A seguir vou mostrar como ficaram os diagramas relacional e lógico gerados pelo Data Modeler, sendo que o diagrama lógico que estou exibindo é o da notação de Barker que ao meu ver é a melhor para esse tipo de diagrama, mas o software permite trabalhar com outras duas notações, que também são muito uteis para o desenvolvimento do trabalho.</p>
<p>Como eu realizei a importação do projeto com as tabelas parcialmente prontas, acabei não seguindo os passos da correta modelagem de um projeto de banco de dados, mas fica a minha recomendação, primeiro desenhamos as tabelas no modelo lógico e a partir do modelo lógico geramos o modelo relacional, tarefa que o Data Modeler faz facilmente e rapidamente.</p>
<p>A seguir estou apresentando a figura do modelo lógico criado com o Data Modeler do projeto que vou desenvolver durante esse artigo.</p>
<p><a href="http://www.adonai.eti.br/wordpress/2011/07/tutorial-de-banco-de-dados-parte-1/diagrama-logico/" rel="attachment wp-att-2161"><img class="aligncenter size-large wp-image-2161" title="Diagrama Lógico gerado pelo SQL Developer Data Modeler" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/diagrama-logico-1024x931.png" alt="" width="640" height="581" /></a></p>
<p>A seguir tem o modelo relacional desse projeto.</p>
<p><a href="http://www.adonai.eti.br/wordpress/2011/07/tutorial-de-banco-de-dados-parte-1/diagrama-relacional/" rel="attachment wp-att-2166"><img class="aligncenter size-large wp-image-2166" title="Modelo Relacional gerado pelo SQL Developer Data Modeler" src="http://www.adonai.eti.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/diagrama-relacional-995x1024.png" alt="" width="640" height="658" /></a></p>
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<h6>A Modelagem do banco de dados</h6>
<p>Agora que eu já mostrei como ficaram os diagramas da modelagem de dados do problema, vou apresentar o problema que me levou a esse resultado.</p>
<p>A proposta do trabalho e desenvolver a modelagem de dados para um software de revenda de automóveis que permita cadastrar os clientes, funcionários, veículos disponíveis para venda, veículos que estão em estoque, as vendas de veículos realizadas, as revisões de veiculos juntamente com as peças substituídas e armazenar a lista de peças para substituição e os respectivos fornecedores.</p>
<p>Para resolver o problema eu criei 20 tabelas, a seguir vou apresentar cadas uma delas e uma descrição básica.</p>
<p>1) Tabela <em>pessoas</em>: Essa tabela serve para armazenar os dados das pessoas cadastradas no sistema, tanto os clientes como funcionários.</p>
<p>2) Tabela <em>clientes</em>: Está tabela  estende a tabela de pessoas para armazenar apenas as pessoas que são clientes.</p>
<p>3)Tabela <em>funcionarios</em>: Está tabela estende a tabela de pessoas para armazenar apenas as pessoas que são funcionários.</p>
<p>4) Tabela <em>enderecos</em>: Esta tabela se relaciona com as tabelas pessoas, pessoa_endereco.  Nela é armazenado os endereços dos clientes, funcionários e dos fornecedores de peças que estão cadastrados no sistema.</p>
<p>5)  Tabela <em>pessoa_endereco</em>: Está tabela tem a função apenas de ligar as tabelas pessoas e endereços.</p>
<p>6) Tabela <em>telefones</em>: Está tabela se relaciona com a tabela endereços, nela é possível adicionar um ou mais números de telefone paraa cada endereço cadastrado.</p>
<p>7) Tabela <em>cargos</em>: Está tabela serve para armazenar os cargos disponíveis na estrutura da empresa.</p>
<p>8 ) Tabela <em>cargos_funcionarios</em>: Está tabela armazena todos os cargos que os funcionários assumiram durante o período que trabalharam na empresa.</p>
<p>9) Tabela <em>fornecedor_endereco</em>: Está tabela liga a tabela de fornecedores com os seus endereços, com isso é possível cadastrar inúmeros endereços para um mesmo fornecedor.</p>
<p>10) Tabela <em>fornecedor_pecas</em>: Nesta tabela se armazena as informações que são apenas referentes a um fornecedor de peças.</p>
<p>11) Tabela <em>pecas</em>: Na tabela pecas é armazenado a lista de peças que são fornecidas pelos fornecedores cadastrados.</p>
<p>12) Tabela <em>revisoes</em>: A tabela revisões armazena as revisões que foram feitas nos veículos dos clientes.</p>
<p>13) Tabela <em>pecas_substituidas</em>: Nesta tabela fica armazenado os dados das peças que foram substituídas em cada revisão. de veículos</p>
<p>14) Tabela <em>veiculos</em>: Nesta tabela fica armazenada as informações genéricas sobre os veículos que estão em estoque para venda e dos veículos de clientes que estão relacionados em uma revisão.</p>
<p>15) Tabela <em>veiculos_clientes</em>: Esta tabela armazena as informações relativas aos veículos de clientes que passaram por alguma revisão.</p>
<p>16) Tabela <em>veiculos_venda</em>: Está tabela armazena os dados dos veículos que atualmente a revenda está vendendo, independente de ter eles em estoque ou não.</p>
<p>17) Tabela <em>vendas</em>: Nesta tabela é armazenado os dados de cada venda de veículo.</p>
<p>18) Tabela <em>veic_estoque</em>: Aqui fica armazenado as informações dos veículos que estão a venda e que estão em estoque para entrega imediata.</p>
<p>19) Tabela acess_incluidos: Está tabela tem a finalidade de armazenar os acessórios opcionais que foram incluídos nos veículos que foram vendidos</p>
<p>20) Tabela acess_disponiveis: Está é a lista que opcionais disponível nos veículos que estão a venda.</p>
<p>Vou concluir a primeira parte desse artigo por aqui, na segunda parte vou começar a criação das tabelas e dos outros elementos necessários para gerar as tabelas no banco de dados, durante essa parte irei apresentar algumas dicas de como utilizar o SQL Developer Data Modeler para que as consultas SQL geradas por ele para a criação das tabelas saim corretas e completas, para evitar edições após a geração.</p>
<p>[lomadeewpro category='livros' keywords='oracle,sql,mysql']</p>
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